terça-feira, 28 de agosto de 2012

Dinâmica e Subsidio: Lição 10: A Perda dos Bens Terrenos


Professoras e professores, para esta lição, apresento as seguintes sugestões:
- Iniciem a aula, cumprimentando os alunos, perguntem como passaram a semana. Escutem atentamente as falas dos alunos e observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração. Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email.
Compreendem a importância desse ato?
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
- Falem do tema aula: A Perda dos Bens Terrenos. Este é mais uma das aflições da vida que estamos estudando neste trimestre.
- Coloquem no quadro ou cartolina as seguintes palavras: MATERIAL, AFETIVA e ESPIRITUAL.
Falem sobre cada uma delas, exemplificando cada tipo de perda, com exemplos bíblicos e/ou pessoais.

- Em seguida, leiam o texto “Uma Nova Chance”, que possibilitará a reflexão sobre a importância dada aos bens materiais, sua perda e nova chance de progredir na vida.
- Depois da leitura do texto, perguntem:
Você concorda com a atitude do pai?
Se você fosse o filho, você gostaria de uma segunda chance?
Como alguém poderia ter uma segunda chance em meio a perda de bens matérias?

- Trabalhem o conteúdo da lição de forma participativa e contextualizada.

- Para concluir, utilizem a dinâmica “A Tempestade”.
Dinâmica: Tempestade

Objetivos:
 Refletir sobre as dificuldades que enfrentamos na vida cristã.
 Confirmar que temos socorro em Jesus,  aquele que acalma as tempestades.

Material: Folha de papel ofício para cada aluno, 3 metros de TNT azul, 01 mesa, fita adesiva.

Procedimento:
- Entreguem uma folha de papel ofício para cada aluno e solicitem para que eles façam um barquinho, usando a técnica da dobradura (aquela que agente fazia quando criança).
- Enquanto isso, organizem o TNT na mesa de forma que dê ideia de um mar revolto.
- Peçam para que os alunos coloquem seus barcos no mar revolto. Se julgar necessário, utilizem fita adesiva para fixar os barquinhos.
- Falem para os alunos que o mar revolto representa as situações adversas que enfrentamos na vida. Muitas vezes precisamos retirar do nosso barco algo que pode impedir o bom prosseguimento da viagem. Cada um deve nesse momento refletir se há algo que precisa ser descartado ou modificado, mas não precisa falar para os colegas. 
- Há também outras situações que precisamos do socorro de Jesus para acalmar a tempestade. Leiam:  Mt 8.23 a 26. 
- Façam uma oração pelos alunos sobre isto.
- Em seguida, com a ajuda de outra pessoa, estirem o TNT, representando o mar sem a tempestade.
Texto de Reflexão: Uma Nova Chance

Havia um homem muito rico, possuía muitos bens, uma grande fazenda, muito gado e vários empregados a seu serviço.
Tinha ele um único filho, um único herdeiro, que, ao contrário do pai, não gostava de trabalho nem de compromissos. O que ele mais gostava era de festas, estar com seus amigos e de ser bajulado por eles. Seu pai o advertia que seus amigos só estavam ao seu lado, enquanto ele tivesse o que lhe oferecer, depois o abandonariam. Os insistentes conselhos do pai retiniam os ouvidos e logo se ausentava sem dar o mínimo de atenção.
Um dia o velho pai, já avançado na idade, disse aos seus empregados para construírem um pequeno celeiro e dentro dele uma forca, e junto a ela uma placa com os dizeres: "Para você nunca mais desprezar as palavras de seu pai".
Mais tarde chamou o filho, o levou até o celeiro e disse: "Meu filho quando eu partir, você tomará conta de tudo o que é meu e sei qual será o seu futuro. Você vai deixar a fazenda nas mãos dos empregados e irá gastar todo dinheiro com seus amigos, irá vender os animais e os bens para se sustentar e quando não tiver mais dinheiro, seus amigos irão se afastar de você. E quando você não tiver mais nada, vai se arrepender amargamente de não ter me dado ouvidos. É por isso que eu construí essa forca, sim, ela é para você, e eu quero que me prometa que se acontecer o que eu disse, você se enforcará nela."
O jovem riu, achou absurdo, mas, para não contrariar o pai, prometeu e pensou que jamais isso pudesse ocorrer. O tempo passou, o pai morreu e seu filho tomou conta de tudo, mas assim como se havia previsto, o jovem gastou tudo, vendeu os bens, perdeu os amigos e a própria dignidade. Desesperado e aflito,  começou a refletir sobre sua vida e viu que havia sido um tolo, lembrou-se do seu pai e começou a chorar e dizer: "Ah, meu pai, se eu tivesse ouvido os teus conselhos, mas agora é tarde, é tarde, é tarde demais".
Pesaroso, o jovem levantou os olhos e avistou o pequeno celeiro, era a única coisa que lhe restava. A passos lentos se dirigiu até lá e, entrando, viu a forca e a placa empoeirada e disse:"Eu nunca segui os conselhos do meu pai, não pude alegrá-lo quando estava vivo, mas pelo menos, desta vez vou fazer a vontade dele, vou cumprir minha promessa, não me resta mais nada".
Então subiu nos degraus e colocou a corda no pescoço, e disse:- "Ah se eu tivesse uma nova chance..." Então pulou, sentiu a corda por um instante apertar sua garganta, mas o braço da forca era oco e quebrou-se facilmente, o rapaz caiu no chão, e sobre ele caíram jóias, esmeraldas, pérolas, diamantes; a forca estava cheia de pedras preciosas, e um bilhete que dizia: "Essa é sua nova chance, eu te amo muito". Seu pai.
Autoria Desconhecida.

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