terça-feira, 18 de setembro de 2012

AULA 13 – A VERDADEIRA MOTIVAÇÃO DO CRENTE


Texto Básico: Mc 1:35-45

 “Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai, que vê o que está oculto; e teu Pai, que vê o que está oculto, te recompensará publicamente” (Mt 6:6).

INTRODUÇÃO

A palavra “motivação” pode ser definida como o “motivo para a ação”; é o ímpeto que leva o ser humano ao movimento; é aquela força interna que o dinamiza a realizar o seu intento; é uma mescla entre razão e emoção que se concentram para alcançar algo. A experiência nos ensina que podemos ir muito mais longe se nossa motivação for correta, ao passo que desmotivados teremos pouca chance de triunfo. O cristão motivado é aquele que embora passe por lutas está sempre confiando e sempre aguardando as promessas de Deus para a sua vida (Hb 6:15). A motivação tem uma relação estreita com a fé, pois pela fé somos motivados a crer no impossível (Hb 11:1). Também relaciona-se com a perseverança - a motivação nos encoraja a perseverar na fé (Rm 12:12;Mt 24:13). Também a motivação se relaciona com a alegria, que faz parte do fruto do Espírito Santo (Gl 5:22) - apesar das circunstâncias o cristão não tem razões para andar triste, cabisbaixo ou carrancudo (1Ts 5:16; 2Co 6:10; 5:6-7).
Cada cristão deve sempre ter uma motivação em sua vida, ou seja, a motivação é um meio importante para nunca desistirmos daquilo que almejamos alcançar. Mas, pode um crente ser tentado com motivação errada? Sim, e o risco disse é ser conduzido por caminhos errados, a fim de receber recompensas erradas. Quando nosso objetivo é a auto-glorificação, deixamos de fazer o que Deus nos chamou a fazer e passamos a administrar nossa própria vida, centrados em nós mesmos.
Nesta Aula, iremos entender qual deve ser a verdadeira motivação do crente, iremos nos conscientizar de que não fomos chamados para a fama e saberemos que o anonimato não é sinônimo de derrota.

I. A VERDADEIRA MOTIVAÇÃO DO CRENTE

1.  A verdadeira motivação do crente: Jesus Cristo. Cristo é a fonte de motivação que nos capacita a viver acima de todas as circunstancias e de nossos próprios sentimentos. Era Cristo que enchia continuamente o coração dos apóstolos. O apóstolo Paulo chegou a exclamar com total propriedade: “Porque para mim o viver é Cristo” (Fp 1:21). Ainda que Paulo tivesse de morrer, ele se alegraria. Ele sempre tinha Cristo em mente, e isso lhe dava novas forças todos os dias para vencer as adversidades. Esse é o lema de todos os cristãos que conhecem, amam e buscam servir ao Senhor com fidelidade.
2. A verdadeira motivação do crente: o amor de Cristo - “ Porque o amor de Cristo nos constrange, julgando nós assim: que, se um morreu por todos, logo, todos morreram”(5:14). O que levava o apóstolo Paulo a servir de forma tão incansável e abnegada na pregação do Evangelho? Neste versículo, uma das mais importantes da carta de 2Corintios, Paulo revela sua motivação: o amor de Cristo. O amor de Cristo nos constrange, nos impele, como uma pessoa é impelida em uma multidão. Ao contemplar o amor extraordinário que Cristo havia demonstrado por ele, Paulo não podia deixar de ser impelido a servir a esse Senhor maravilhoso.
Por causa do sacrifício vicário de Jesus Cristo somos agora nova criatura(2Co 5:17), ou seja, temos uma nova posição em relação a Deus e ao mundo. Temos agora uma nova forma de viver, na qual desaparece a vida pregressa e os velhos costumes. Por ocasião da conversão, não apenas viramos uma página de nossa vida velha, começamos um novo estilo de vida sob o controle do Espírito Santo. Esse novo estilo de vida é consequência lógica da conversão, pois o amor de Deus pela humanidade (João 3:16) constrange-nos a viver integralmente para Ele.
3. A verdadeira motivação do crente: servir a Jesus. Servir a Jesus significa ter a mesma motivação que Ele teve. Tal pessoa é honrada pelo Pai na mesma medida que o próprio Senhor Jesus foi honrado. Isso Ele nos prometeu: “E, se alguém me servir, o Pai o honrará”.
4. A verdadeira motivação do crente: a Santificação -“Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor”(Hb 12:14). Qual a motivação se sermos santos? Vermos a face do Senhor. A santificação deve ocorrer em ‘todo o vosso espírito, e alma, e corpo’, conforme lemos em 1Tessalonicenses 5:23. Isso significa que devemos ser santos em nosso viver, e em nossa conduta — isto é, em nosso caráter, inteiramente —, e em nosso proceder, externamente. Mantenhamo-nos, pois, separados do mundo pecaminoso.
5. A verdadeira motivação do crente: Céu e Eternidade. No cristianismo, alguns afirmam que todos receberão salvação. Mas essa posição de inclusivismo não está baseada na Bíblia e não foi a posição histórica da ortodoxia cristã. Passagens como Mateus 25:46, João 3:36, 2Tessalonicenses 1:8-9 e várias outras ensinam claramente que nem todos serão salvos. Ser salvo ou não ser salvo deve ser um fator de motivação para todo  crente compartilhar sua fé, porque está em jogo a eternidade.
Enquanto vemos Deus preparando o cenário para o drama dos eventos do fim dos tempos, devemos estar motivados a servi-lo ainda mais até que Jesus venha. Que o nosso coração se ocupe com Suas palavras: "E eis que venho sem demora, e comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras. Eu sou o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último, o Princípio e o Fim. Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras [no sangue do Cordeiro], para que lhes assista o direito à árvore da vida, e entrem na cidade pelas portas" (Ap 22:12-14).

II. NÃO FOMOS CHAMADOS PARA A FAMA

Fama é a “opinião geral sobre a excelência de alguém”; “é a qualidade daquilo que é notório; reputação”. As Escrituras sagradas relatam que a Fama de Jesus era notória em todas as cidades de Israel(cf Mt 4:24;Mt 9:31;Mc 1:28; Lc 4:14, 37; 5:15). Não dava para escapar, as características especiais de Jesus o fazia famoso, mesmo contra a sua vontade. Certa vez Jesus estava em uma cidade e de repente um homem cheio de lepra vendo a Jesus se prostrou e afirmou com muita intensidade: “Mestre! se você quiser, agora mesmo eu posso ser limpo”, e Jesus cheio de compaixão reafirmou dizendo que queria. Nesse exato momento a lepra desapareceu! Mas fez uma exigência para aquele rapaz, que não dissesse nada a ninguém, apenas que se apresentasse ao sacerdote e oferecesse o sacrifício estipulado pela lei de Moisés. No verso seguinte a Bíblia fala que a Fama de Jesus se propagava como o fogo e que muitas pessoas juntavam-se para ouvir as suas palavras e por Ele serem curadas das suas enfermidades(cf Lc 5:12-16). O mais interessante de toda essa história é que em vez de Jesus se inflamar com toda essa repercussão de seu ministério, Ele se retira para o deserto, um lugar solitário para orar. O que chama à atenção aqui é o fato de que a Fama e Jesus não era algo buscado por Ele; pelo contrário, Ele se afastava para estar sozinho. Jesus não veio para exibir fama, não! Ele “veio buscar e salvar o que se havia perdido”(Lc 19:10). Hoje muitos exercem seu ministério para serem famosos e reconhecidos pelas pessoas e não para Deus; fazem de tudo para estarem em evidência. Mas, assim como Jesus, o crente salvo não foi chamado para Fama.
Paulo escrevendo aos crentes de Colossos admoesta-os que, se efetivamente ressuscitaram com Cristo, devem buscar “as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra” (Cl 3:1b,2). O autêntico cristão está procurando o Céu e pensando no Céu. Seus pés estão na Terra, mas a cabeça está no Céu. Vive como cidadão do Céu enquanto ainda está na Terra.
Paulo, ao escrever aos seus maiores colaboradores, os crentes de Filipos, disse que “…uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Fp 3:13b,14); “(…) a nossa cidade está nos céus, donde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo” (Fp.3:20). A autoridade espiritual que Paulo possuía, a sua posição privilegiada na igreja do Senhor não o fazia almejar a glória e a fama nesta Terra, mas seu fim, seu objetivo era morar no Céu, eram as coisas de cima, as bênçãos espirituais.
Lamentavelmente, muitos crentes, nos nossos dias, estão caminhando no mesmo erro dos gnósticos daquele tempo. Buscam não as coisas que são de cima, mas as coisas da Terra. Estão atrás do evangelho e de Jesus para enriquecerem nesta vida, para terem prosperidade material, para terem saúde física, para terem “unção”, ou seja, “poder espiritual” apenas para angariarem reconhecimento dos semelhantes, a fim de serem servidos pelos outros, tendo após si uma série de discípulos e de admiradores. É uma característica dos falsos mestres quererem se cercar de seguidores e discípulos, aparecendo em lugar de Cristo, crescendo em orgulho e soberba, quando, na verdade, os verdadeiros servos do Senhor são humildes e preferem desaparecer em favor de Cristo, assim como procedeu João Batista (João 3:30) que, não por outro motivo, foi apontado por Jesus como o maior dos homens que já existiu (Mt 11:11).
Muitos são os que não temem mentir para alcançar projeção, fama e reconhecimento no meio dos crentes. Quantas “visões”, “revelações”, “profecias” não são simplesmente mentiras? Entretanto, a Bíblia, que é a Palavra de Deus e permanece para sempre (1Pe 1:25a), continua a dizer que os mentirosos não têm parte alguma com Deus e que todos aqueles que amam e cometem mentira ficarão fora da Pátria celestial (Ap 21:8; 22:15). Tomemos muito cuidado, vigiemos e não pratiquemos, de forma alguma, a mentira, nem dela tiremos proveito, amando-a. A pessoa realmente liberta do jugo do pecado, a pessoa realmente liberta por Jesus, não mente (João 8:36).
Devemos parar um pouco e refletir: por que somos crentes? para que somos crentes? o que temos feito tem correspondido ao porquê e ao objetivo de sermos crentes? Por que e para que temos ido para a igreja? Por que e para que temos exercido esta ou aquela função na igreja? Por que e para que temos vivido quando estamos fora do templo, no nosso dia-a-dia? A resposta a estas questões é fundamental para sabermos se estamos buscando ou pensando nas coisas que são de cima ou se estamos voltados para as coisas que são da Terra.

III.  O ANONIMATO  NÃO É SINÔNIMO DE DERROTA

Há um clichê em moda hoje, balbuciado por muitos animadores de auditório: “você vai sair do anonimato!”. Através desse chavão, vemos um exército de novos pregadores, desestabilizados espiritualmente, com o objetivo de chegar ao topo da fama. Ser famoso é o alvo pretendido; é a busca incessante. A mídia é o meio mais pretendido por esses ufanistas para se lançar à fama. Eles gostam de usar o exemplo de Davi, que Deus o tirou de trás da malhada das ovelhas e o tornou rei de Israel. Proliferam esse modismo como se o anonimato fosse sinônimo de derrota.
A verdadeira motivação que existia há um tempo era: tornar-me um pregador ou um cantor para a edificação da igreja e alcançar os perdidos para Deus. Hoje, as reais motivações estão ligadas aos interesses pessoais, como pregar para um grande público, ter o nome conhecido, sair do anonimato. Será que se esqueceram do grande pregador do deserto, João Batista, que pregava até para reis, mas sua motivação era: “que Ele (Jesus) cresça e eu diminua” (João 3:30)?
O apóstolo Paulo tinha poucos amigos que cooperavam incansavelmente no seu ministério, dentre eles estava “Jesus, chamado Justo”(Cl 4:11); não se tem nenhuma informação a seu respeito, é o tipo do crente cooperador, cujo serviço, que é eficaz, só Deus ver.
O próprio Senhor Jesus não buscou fama ou reconhecimento popular, pois pedia que não anunciassem o que Ele estava fazendo(cf Lc 5:13,14).
O caminho da humildade, do anonimato (“Teu Pai que vê em secreto te recompensará” -Mt 6:6), da cruz, está sendo esquecido, e agora está sendo criado um caminho egoísta, diabólico e cheio de orgulho humano.
Gostaria que o Evangelho da cruz, do arrependimento e da renúncia saísse do anonimato e nós permanecêssemos escondidos debaixo das asas do Todo Poderoso! É oportuno observar que o anonimato entre os homens na obra de Deus nada significa diante do Senhor, e querer “aparecer”, “fazer aparecer o nome” pode não ser uma boa conduta entre os servos do Senhor, os quais devem se alegrar “… antes por estarem os seus nomes escritos nos céus”(Lc 10:20).
1. A verdadeira sabedoria. A sabedoria deste mundo é meramente efêmera, e suas qualidades não condizem com o caráter de um povo separado do pecado. É uma sabedoria que exclui Deus, que glorifica a auto-suficiência humana, que faz do homem a autoridade suprema e que se recusa a reconhecer a revelação de Deus em Jesus Cristo. A sabedoria deste mundo direciona as pessoas para a inveja, espírito faccioso, perturbação e toda obra perversa. Por isso Tiago diz que a sabedoria deste mundo é “terrena, animal e diabólica”(Tg 3:15,16). Ela determina o modo ímpio de viver do povo deste mundo.
A verdadeira sabedoria é mais que conhecimento, o qual é simples acumulo de fatos; é mais que percepção humana: é discernimento celestial. Ela envolve o conhecimento de Deus e dos labirintos do coração humano. É mais que simples conhecimento é aplicação correta do conhecimento em assuntos morais, espirituais ao enfrentar situações confusas; na complexidade das relações humanas. O conhecimento é obtido pelo estudo, mas quando o Espírito Santo enche um homem, Ele concede sabedoria para usar e aplicar esse conhecimento de maneira correta.
A verdadeira sabedoria nem sempre é estimada. Para ilustrar essa verdade, Salomão comenta o caso de uma “pequena cidade” habitada por poucas pessoas e, portanto, indefesa. Certo dia, um rei poderoso a sitiou com artilharias com o fito de conquistá-la. A situação parecia perdida quando um “homem pobre, porem sábio”, propôs um plano para salvar a cidade. Naquele momento, o sujeito se tornou um herói, mas pouco tempo depois caiu no esquecimento. Tão logo a cidade se viu livre do perigo, o conselho daquele homem pobre passou a ser desprezado, e ninguém se interessou por ele (cf Ec 9:13-16).
Apesar da ingratidão e da indiferença do ser humano, as palavras dos sábios, ouvidas em silêncio, valem mais que os gritos de um tirano que governa entre tolos( Ec 9:17). O povo logo esqueceu o pobre sábio, mas ele não deu importância alguma para isso, pois o que mais queria era livrar, de uma vez por toda, a sua querida cidade das mãos do tirano. Da mesma forma, o que importa, no final, não é o reconhecimento e a gratidão que recebemos pela obra que realizamos, mas as almas das pessoas em quem semeamos sementes de justiça.
É melhor ser um sábio calado e honesto que, apesar de esquecido, deixa um rastro de muitos benefícios, do que um tolo arrogante e vociferante que embora aplaudido por muitos “destrói muitas bens” (Ec 9:18).
“O temor do Senhor é o princípio da sabedoria” (Sl  111:10; Pv 9:10).
2. A simplicidade. A simplicidade não tem nada a ver com pobreza. Ao contrário, a riqueza está na simplicidade. Simplicidade é a ausência de artifícios, é o caminho para se chegar a humildade, ser servil, ser menos “eu” para ser mais “o outro” combatendo atos e sentimentos que insistem em nos afastar do centro da vontade de Deus. Jesus foi o maior exemplo de simplicidade que conhecemos, no falar, no agir, no ensinar. Ele que é o Filho de Deus, não ousou ser como Deus. Ele que possui tudo que há na Terra(cf Sl 24:1), nunca a percorreu com soberba e altivez. Jesus ensinava seus discípulos, concedendo-lhes sabedoria, para que pudessem ser enviados para pregar o evangelho com simplicidade no viver e no ensinar, fazendo-se exemplo, como ele, Jesus, foi exemplo, para que soubessem ser prudentes e cheios de amor.
Quando o crente perde a simplicidade cristã torna-se orgulhoso e insuportável, inclusive para o próprio Deus(ler 1Pe 5:5).  “Deus vela pelos simples”(Sl 116:6).
3. O equilíbrio. Vivemos num mundo sob pressão, um mundo competitivo que exige que as pessoas seja sempre melhores para que possam suplantar os obstáculos e atinjam os objetivos determinados. A busca convulsa pelas coisas deste mundo tem tornado as pessoas  estressadas, ansiosas e egoístas. Isso não ocorre somente no mundo ímpio, não! Infelizmente, o fardo da competitividade tem se alastrado no meio da irmandade cristã, contrapondo, assim, os princípios norteadores da Palavra de Deus, os quais delineiam o viver do genuíno cristão.
Não estamos aqui para adquirir fama ou sucesso, estamos aqui para triunfo(2Co 2:14). E o verdadeiro triunfo, o verdadeiro êxito, é o de obter a salvação na pessoa bendita de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Somente neste fim, diz o profeta Malaquias, veremos a diferença entre o justo e o ímpio (Ml 3:18), entenderemos quem, na verdade, é o exitoso, o triunfante, pois de que adianta ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? (Mc 8:36). Portanto, você não precisa mostrar nada a ninguém. Não se transforme num ser que você não é só para ganhar fama. Nunca foi a vontade de Jesus que seus filhos se curvassem à fama, ao sucesso, à riqueza ou ao poder.
Devemos estar cônscios de que estamos no mundo mas não somos daqui, o nosso alvo é o Céu, é viver com Cristo eternamente. Se você é talentoso, se Deus te deu capacidade especial de sobressair em determinados aspectos da vida, quer secular, quer espiritual, não deixe que isso lhe ufane e desperte em seu coração o orgulho. Seja equilibrado, moderado, tenha autocontrole. A glória deve ser dada sempre a Deus, o dono de tudo.

CONCLUSÃO

Esta é a motivação do cristão: a fé na Palavra de Deus. Uma fé inabalável onde não podemos ter medo de enfrentar problemas e dificuldades. Devemos sim nos esforçar para dar o melhor de nós. É certo que, em certas alturas da nossa vida, acabamos por falhar. Mas não é por isso que devemos parar de tentar, ficar desmotivados. Todos os dias devemos lutar, esforçar-nos para vencer as barreiras. O medo não é compatível com os vencedores. É preciso substituí-lo com a coragem. Na Bíblia, Deus pronunciou 366 vezes a frase “Não temas!”. Todos os dias Deus diz para mim, para você: “Não temas!”. Cabe a nós procurar a nossa força interior para superar o nosso medo e vencer.

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Elaboração: Luciano de Paula Lourenço – Prof. EBD – Assembléia de Deus – Ministério Bela Vista. Disponível no Blog: http://luloure.blogspot.com

Referências Bibliográficas:

William Macdonald – Comentário Bíblico popular (Antigo Testamento).
Bíblia de Estudo Pentecostal.
Bíblia de estudo – Aplicação Pessoal.
O Novo Dicionário da Bíblia – J.D.DOUGLAS.
Comentário Bíblico NVI – EDITORA VIDA.
Revista Ensinador Cristão – nº 51 – CPAD.
Buscando as coisas que são de cima – Rev.Hernandes Dias Lopes.

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