terça-feira, 4 de setembro de 2012

Subsídios e Dinâmica - Lição 11: Inveja, um Grave Pecado


Professoras e professores, para esta lição, apresento as seguintes sugestões:
Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou e-mail.
Compreendem a importância desse ato?
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.

- Falem do tema aula: Inveja, um Grave Pecado.
- Iniciem o estudo do tema, utilizando a dinâmica “Sai, Olho Gordo”.

- Depois, Trabalhem o conteúdo da lição de forma participativa e contextualizada.

- Para finalizar a aula, leiam o texto“A Inveja do Pequeno Ramo” que proporcionará a reflexão da origem da inveja e suas consequências maléficas. 
Pensem nisto! 

Fujam de uma ministração de aula puramente mecânica. Ensinar não é um ato solitário. Mesmo que vocês tenham se habituado a essa atitude, procurem mudar, mesmo devagar, mas mudem! Utilizem métodos e técnicas diferenciadas nas aulas. 

“Medita estas cousas; ocupa-te nelas para que o teu aproveitamento seja manifesto a todos”.
I Tm 4.15

Atenção,  professores da lição de Adolescentes e Juvenis! Vocês já podem encontrar as orientações pedagógicas para as lições, no blog Atitude de Aprendiz.

Os professores do Discipulado poderão encontrar também orientações pedagógicas no blog Atitude de Aprendiz. Procurem no marcador: Subsídio Pedagógico Discipulado I e II.
Dinâmica: Sai, Olho Gordo!

Objetivo: Introduzir o tema sobre a inveja.

Material: 01 figura de 01 olho em tamanho grande
.
Procedimento:
- Coloquem no quadro ou cartolina uma figura de um olho em tamanho grande.
- Depois, escrevam a expressão: Sai, Olho Gordo!
- Perguntem: Esta figura nos remete a que?
Aguardem as respostas. Espera-se que os alunos falem acerca da inveja e que a expressão significa pessoa que tem inveja do outro.
- Depois, distribuam entre os alunos os seguintes ditados populares:
“A inveja é a irmã gêmea do ódio”.
“O invejoso emagrece de ver a gordura alheia”.
“A inveja mata”.
“A tua inveja é a minha felicidade”.
“A mais famosa face da inveja é a maledicência”.
“A inveja é como um sapo, tem olhos grandes e vive sempre na lama”.

- Analisem conjuntamente estes ditados populares, procurando formular uma definição sobre inveja.
Observem atentamente o que os alunos falam e em seguida, se necessário, apresentem o significado do dicionário.
“Sentimento de cobiça à vista da felicidade, da superioridade de outrem: ter inveja de alguém. Tristeza ou desgosto pela prosperidade ou fortuna alheia. Desejo excessivo de possuir exclusivamente o bem de outrem” (Dicionário Web).
- Agora, trabalhem o conteúdo proposto na lição.
Texto de Reflexão: A inveja do Pequeno Ramo

Era uma vez um pequeno ramo. O pequeno ramo estava no topo de uma montanha. A montanha mais bela e alta da floresta, do lado da casa de um jardineiro trabalhador. O pequeno ramo era feliz com seus outros amigos ramos ali.
Então o tempo foi passando, e a chuva caía, e o sol nascia. E todos os ramos começaram a crescer. Os amigos do pequeno ramo, agora já não eram mais ramos, e sim, botões de flor. O pequeno ramo ficou feliz pelos amigos, e resolveu parar seu trabalho de crescimento para observá-los.
Então se passou mais um tempo e os amigos do pequeno ramo já viraram canteiros de rosa. E nada do pequeno ramo crescer. Mas dessa vez, o pequeno ramo não ficou feliz pelos amigos. Ele ficou triste. Ficou triste e chateado porque seus amigos estavam crescendo e ficando mais bonitos do que ele, simples mato amarelado.
Os amigos do pequeno ramo já eram grandes arbustos e o pequeno ramo estava tão triste de ver seus amigos tão grandes, que ele resolveu ser a praga que estragava a beleza dos grandes arbustos florais.
Agora, os arbustos deixaram cair sementes, que se multiplicaram, e que formaram um jardim. E cada vez mais, o pequeno ramo tentava estragar a beleza do jardim, se alastrando por todo o gramado.
Chegou um dia que ele ficou tão triste, mas tão triste por causa dos amigos, que resolveu se transformar em uma verdadeira praga parasita, e começou a influenciar os amigos a deixar de produzir aquelas flores tão belas, para que fossem apenas simples arbustos, e o lugar iria ficar mais bonito.
- "Simplicidade, meus colegas, simplicidade." Ele os enganava.
Alguns caíam em sua conversa, outros não.
Até que um dia veio o jardineiro daquele lugar, com a filha pequena. A menina adorou as roseiras. Mas ela notou que havia um matinho chato as enforcando. Então pediu para o pai arrancar o que estava estragando o trabalho tão bonito do tempo, e da natureza, com seu coração todo mole pelas rosas.
Então o pequeno ramo foi arrancado. E só o que sobrou dele, foram suas folhas secas imundas, que o jardineiro recolheu, feliz por ter se livrado de uma praga inconveniente, e causado um sorriso a mais no rosto da pequena filha.
Autoria desconhecida.

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