sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Combatendo o baixo rendimento de alunos com necessidades acadêmicas


Emery D. Twoey, EdD

Os alunos parecem que não estão aprendendo e nada mais está funcionando. Você já sentiu assim? Muitas vezes, ensinando crianças com dificuldades acadêmicas parece mais uma guerra do que educação.A primeira coisa que você deve entender é que o problema não é você. O problema é a maneira pela qual seus alunos compreendem e processam a informação.

O baixo rendimento acadêmico tem muitos nomes, mas o mais correto, no caso da maioria dos alunos, é inconsistência de desempenho.

Inconsistência de desempenho é a forma inconsistente de aprender e a luta para reter a informação. A capacidade do aluno de acompanhar, reter e processar informação é impedida. Como então devemos atacar essas inconsistências?

Primeiro, afirmo que vamos ao nosso professor Mestre. Todos têm o conhecimento das histórias que Jesus contou sobre a ovelha perdida, a moeda perdida e o filho pródigo. Focamos toda nossa atenção naquilo que foi perdido e achado. No entanto, como professores, precisamos focar na busca diligente que foi realizada. Aqueles que perderam algo procuraram-no meticulosamente até achar. Como professores, precisamos tratar os nossos alunos que apresentam esse tipo de dificuldade, meticulosamente aplicando nossos esforços para que eles cheguem ao conhecimento. Portanto, nosso alvo deve ser um ensino focado e resoluto.

Além de buscar a sabedoria de Deus, devemos ser bons exemplos de como ensinar esses alunos especiais. Podemos usar nossas habilidades meticulosamente nas seguintes áreas:

Resposta à intervenção
É o mecanismo usado para avaliar a instrução e depois remediar ou compensar a maneira como ensinamos alunos que estão tendo dificuldades. O professor aplica estratégias bem estabelecidas para aumentar a retenção e depois avalia e registra como os alunos aprenderam. Os seguintes métodos se provaram confiáveis com os alunos que têm um baixo rendimento.
  1. Recordação. Geralmente há várias discrepâncias entre o que alunos de baixo rendimento sabem e como eles vão expressar esse conhecimento. Portanto, providenciando mais estímulos, dicas e práticas dirigidas ajudarão o progresso do aluno. Dicas podem ser concretas ou orais. Escreva dicas concretas numa folha de tarefas em forma de jogo, deixando espaços em branco serem preenchidos, ou espaço para copiarem a informação. Dê ao aluno uma folha de exercícios que demonstra uma parte da reposta. Faça perguntas que sejam um pouco além daquilo que o aluno já sabe. Dê partes da reposta ou deixe o aluno perguntar para um amigo. Seja criativo e use brincadeiras.
  2. Prática Dirigida. Ofereça oportunidades para participarem de atividades que investigam temas para melhorarem a concentração. A prática dirigida permite que o professor demonstre a tarefa e, depois, monitore o progresso e, ao mesmo tempo, corrija os erros dos alunos.
  3. Aproveite os pontos fortes dos alunos. Use uma variedade de táticas como trabalho em grupo, folhas de tarefas, atividades manuais, instruções passo a passo. Todos nós descodificamos informação de várias maneiras. Descubra o estilo de aprendizagem mais forte de cada aluno e apresente atividades que estimulam esses pontos fortes.

A implicação de tudo isto é que quando encaramos o desempenho inconsistente dos nossos alunos e oferecemos várias estratégias para que melhorem o seu rendimento acadêmico, nosso trabalho se torna mais manejável. Quando professores aplicam estratégias bem estabelecidas, o processamento e retenção de informação aumentam e nossos alunos especiais experimentam a alegria do sucesso. O sucesso obtido lhes da motivação para aprenderem mais. Essa é a nossa recompensa metacognitiva: Compreensão.

Escrito por Emery D. Twoey, EdD
Professor de Educação
Escola de Edcuação e Ciências Behavioristas
Palm Beach Atlantic University

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