terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

1º Trim. 2013 - Lição 6 - A viúva de Sarepta I


Escrito por  Ev. Caramuru Afonso Francisco

1º Trim. 2013 - Lição 6 - A viúva de Sarepta I
PORTAL ESCOLA DOMINICALPRIMEIRO TRIMESTRE DE 2013ELIAS E ELISEU - Um ministério de poder para toda a IgrejaCOMENTARISTA: JOSÉ GONÇALVESCOMENTÁRIOS - EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCOASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM - SEDE - SÃO PAULO/SP                                                                                                
 LIÇÃO Nº 6 – A VIÚVA DE SAREPTA
                                               Elias concluiu sua indispensável experiência com Deus em Sarepta de Sidom.
INTRODUÇÃO
- Na sequência do estudo do ministério do profeta Elias, estudaremos hoje o aprendizado de Elias em Sarepta de Sidom.
Em Sarepta de Sidom, Elias aprendeu que Deus tem controle sobre todas as nações, sobre o mundo da cultura e sobre a vida humana.
I – ELIAS É MANDADO PARA SAREPTA DE SIDOM
- Na sequência do estudo do ministério do profeta Elias, daremos agora uma volta no tempo e, deixando a ordem cronológica, analisaremos a estada do profeta Elias em Sarepta de Sidom, ainda durante o período da longa seca sobre Israel.
- Como estudamos na lição 3, o profeta Elias, obedecendo à voz do Senhor, manteve-se à beira do ribeiro de Querite, experimentando que Deus tinha absoluto controle sobre a natureza, a ponto de lhe mandar corvos para sustentá-lo com pão e carne duas vezes ao dia, pela manhã e pela noite, mas também era o Deus que deixava minguar a água do Querite dia após dia, como a demonstrar, como vimos, que a palavra profética proferida sobre a seca atingia o próprio profeta.
Quando o ribeiro secou, o profeta não saiu do local que Deus lhe havia enviado, comprovando que se trata de um genuíno e autêntico servo de Deus, pois se manteve obediente e submisso à vontade e à orientação do Senhor.
O Senhor, então, falou com Elias, mandando que ele fosse até Sarepta ou Zarefate, que pertencia a Sidom, pois ali o Senhor tinha ordenado que uma viúva o sustentasse (I Rs.17:9).
- Temos aqui mais uma demonstração da fé que possuía o profeta Elias. Após ter aguentado firme, com plena confiança no Senhor, o minguar diário das águas do Querite, até a secura daquele rio temporário, agora o profeta recebe mais uma ordem divina que não fazia sentido algum. Senão vejamos.
- O Senhor estava a mandar que o profeta se dirigisse até Sarepta ou Zarefate. Ora, tratava-se de uma cidade fenícia situada entre Sidom e Tiro e que, à época, pertencia a Sidom, como o próprio Deus fez questão de frisar. Era, pois, uma cidade que estava sob o domínio de Etbaal, o pai de Jezabel, rei de Sidom, de onde havia vindo o culto a Baal, a própria razão de ser de toda aquela seca (I Rs. 16:31).
- Assim, depois de ter sido guardado por Deus no lugar de sua própria origem, um local onde poderia ser, pelo raciocínio humano, facilmente encontrado pelo rei Acabe, o profeta, agora, é mandado para uma cidade que era governada pelo próprio pai de Jezabel, uma terra estrangeira e que era “verdadeiro território inimigo”.
Elias tinha, portanto, no mínimo, três importantes motivos para questionar a ordem divina. O primeiro é que, sendo israelita, estava sendo mandado para um território estrangeiro, o que era algo ilógico, uma vez que o profeta procurava a restauração espiritual de seu próprio país. Como, agora, teria de abandonar Israel? Lembremos que Sarepta era a primeira cidade fora dos limites dados à Terra Prometida na parte setentrional (Ob.20), ou seja, era uma terra estranha, que não pertenceria jamais a Israel.
- O segundo motivo pelo qual o profeta poderia questionar a ordem divina é que, além de ter de deixar Israel, teria de ser sustentado por uma viúva, ou seja, teria de entrar em contato com gentios e conviver com eles, e não eram quaisquer gentios, mas gentios que viviam sob o domínio de Etbaal e que, portanto, eram adoradores de Baal. Como poderia um profeta que lutava contra o culto a Baal ter de conviver com adoradores de Baal?
- O terceiro motivo pelo qual o profeta poderia questionar a ordem divina era o fato de que seria sustentado por uma viúva. Como um profeta israelita se submeteria a ser sustentado por uma viúva estrangeira? Por primeiro, uma viúva, normalmente, era pessoa despida de recursos para a sua própria sobrevivência e, portanto, se não tinha nem como se sustentar, como sustentaria ainda um estrangeiro como o profeta? Por segundo, sendo o profeta um homem de Deus, como justificar a sua convivência sob o mesmo teto com uma viúva estrangeira?
- Apesar de todos estes motivos que permitiam ao profeta legitimamente questionar a ordem divina, o profeta não o fez. O profeta sabia que, como homem de Deus, deveria andar sob a orientação e a direção divinas e que Deus bem sabe o que faz, cabendo a nós simplesmente obedecer-Lhe, ainda que, aos olhos humanos, a orientação e ordem recebidas não façam sentido algum.

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