sexta-feira, 3 de maio de 2013

O CONSTRUTIVISMO SOB UM OLHAR CRÍTICO DA EDUCAÇÃO CRISTÃ


Não somos agentes facilitadores do conhecimento. Deus nos vocacionou para sermos transmissores do conhecimento, mestres, ensinadores da sua Palavra, da verdade universal e absoluta das Sagradas Escrituras.

Não somos agentes facilitadores do conhecimento. Na condição de educadores cristãos Deus nos vocacionou para compartilharmos com as novas gerações os princípios, fundamentos, doutrinas, histórias e fatos bíblicos.
Não somos construtivistas. 

O construtivismo não é apenas um método, é uma filosofia. O edifício teórico construído por Jean Piaget não se sustenta à luz da Palavra. O ser humano não é construtor do próprio conhecimento, nem é moralmente neutro. Pais e professores cristãos são importantes na transmissão das verdades objetivas e da moralidade bíblica. O subjetivismo e o relativismo moral são ideias resultantes de premissas pós-modernas que não consideram a realidade do Deus da Bíblia, nem seus norteadores da moralidade.

Sim, diferente daquilo que o construtivismo afirma, nossas crianças e filhos precisam de direcionamento pedagógico e ético, e isso não se trata de coação intelectual e moral, antes, trata-se de uma necessidade, pois o ser humano precisa conhecer e viver segundo a vontade de Deus, e para a sua glória.

Espaços educativos cristãos (Igreja, Escola Dominical, Escolas de Educação Infantil, ensino Fundamental e Médio, Faculdades e Universidades, etc), não podem se render ao construtivismo. Educadores cristãos precisam assumir uma postura crítica diante desta filosofia educacional.

A Pedagogia Cristã deve adotar metodologias e ideias que fortaleçam e perpetuem a verdade acerca de Deus, do homem, do mundo, da realidade das coisas visíveis e invisíveis (metafísicas), temporais e eternas, das questões éticas e morais, dos valores, etc.

Em seu livro "O que estão Ensinando aos nossos Filhos", o educador presbiteriano Solano Portela, contribui significativamente para o debate em torno da questão construtivista, e dos seus aspectos conflitantes com a Educação Cristã. A obra é leitura obrigatória para educadores cristãos, ou seja, para os promotores de uma "instrução, em todas as áreas de conhecimento, que é ministrada sob o reconhecimento do Deus Criador e daquilo que nos é revelado em sua Palavra sobre os seus atributos e nossas pessoas" (Solano Portela).

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